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  3. A evolução dos meios de pagamento: onde chegamos (Parte II)
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04 MAY 2021 7 MIN DE LEITURA

A evolução dos meios de pagamento: onde chegamos (Parte II)

No mês passado, lançamos uma breve série sobre a evolução dos meios de pagamento ao longo da história. Na primeira parte, fomos do escambo para o dinheiro físico, do dinheiro físico para o cheque, até chegarmos aos primórdios dos cartões que conhecemos atualmente. Se você ainda não leu a primeira parte, confira aqui! Nesta segunda […]

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      No mês passado, lançamos uma breve série sobre a evolução dos meios de pagamento ao longo da história. Na primeira parte, fomos do escambo para o dinheiro físico, do dinheiro físico para o cheque, até chegarmos aos primórdios dos cartões que conhecemos atualmente.

      Se você ainda não leu a primeira parte, confira aqui!

      Nesta segunda parte, vamos mergulhar nos grandes marcos tecnológicos e entender o surgimento dos dos meios que conhecemos e utilizamos hoje. Para entendermos onde queremos chegar, é preciso conhecer de onde viemos. A história da evolução dos meios de pagamento é tão antiga quanto a própria história humana. Veja como esta evolução se deu após o surgimento dos Charge Cards (1920):

      Indústria de Cartões (1950)

      Um dos grandes saltos que o mercado de meios de pagamentos teve foi resultado de um acontecimento casual. Em 1949, Frank McNamara percebeu que esqueceu sua carteira na hora de pagar a conta de um jantar. O incidente fez com que o empresário pensasse em solução para acabar com a necessidade de andar com dinheiro físico em mãos. No ano seguinte, McNamara e seu sócio, Ralph Schneider, lançarem o Diners Club Card. Uma simples ideia que revolucionou os meios de pagamento e o mundo. A iniciativa reuniu 200 amigos dos empresários e 27 estabelecimentos, marcando assim o início da indústria de cartões. 

      Em 1958 foi a vez da American Express, que até então atuava com fretes e transportes, apresentar ao mercado um cartão que cobria gastos com entretenimento e viagens. Neste mesmo ano, Bank of America, que conhecemos hoje como VISA, lançou na Califórnia o seu BankAmericard, que era aceito em uma variedade maior de estabelecimentos e trazia a possibilidade de ser pago em parcelas mensais. 

      Em um movimento de expansão, o Bank of America começou a licenciar, em 1966, o seu sistema de cartões de crédito para outros bancos nos Estados Unidos e passou a operar em outros estados americanos tornando-se o primeiro sistema de alcance nacional. O mesmo ano marca o início de um licenciamento de bancos para que oferecessem o cartão a seus clientes, surgindo o Master Charge, da Interbank Card Association, cuja marca consistia em dois círculos entrelaçados. O programa foi renomeado, mais tarde, para MasterCard. 

      No Brasil, o empresário tcheco Hanus Tauber compra, em 1954, a franquia do Diners Club, em sociedade com o empresário Horácio Klabin. O lançamento oficial do cartão em terras tupiniquins ocorreu em 1956. O primeiro cartão de crédito lançado no Brasil foi criado pelo Banco Bradesco, em 1968. 

      Cartões com tarjas magnéticas e cashback (anos 70 e 80)

      Entre os anos de 1976 e 1977, cada banco passou a emitir seu próprio cartão. Neste período surgiram os cartões com tarja magnética, o que facilitou o uso para os consumidores.  Este avanço reduziu substancialmente o tempo gasto em uma operação. Já na década de 80, as redes de cartões se tornaram globais e, pela primeira vez, foram utilizadas em conjunto com um Personal Identification Number (PIN). 

      Com isso, os cartões foram se tornando cada vez mais populares, nascendo os primeiros programas de recompensas. Se engana quem acredita que cashback é algo recente,  essa inovação foi lançada pela varejista Sears que, ao criar o cartão Discover, dava descontos e vantagens aos consumidores.

      Cartões com Chip (1990)

      Padrão conhecido até hoje, os cartões com chip surgiram no começo da década de 1990, sendo conhecidos também como SmartCards ou EMV. De fato, os cartões com tarja magnética foram um sucesso e ajudaram a impulsionar esse meio de pagamento, mas sua tecnologia era muito suscetível a fraudes e clonagens. O chip foi implementado aos cartões com o objetivo de armazenar e processar informações, sendo devidamente protegidas por protocolos criptográficos no terminal Point of Sale (POS), proporcionando segurança para as transações. 

      Carteiras digitais (1998)

      Em 1998 surgiram as primeiras carteiras digitais, na qual já falamos um pouco aqui. A criação foi feita pela, até então startup, Paypal. A empresa foi a responsável por criar um serviço que consistia no simples cadastro com o endereço de e-mail pessoal para ter acesso ao sistema. Com isso era possível enviar e receber dinheiro eletronicamente entre usuários. 

      A inovação não parou por aí. Em 2007, o lançamento do IPhone pela Apple e do Android por um consórcio liderado pelo Google, trouxeram novas possibilidades para o mundo de meios de pagamentos. O surgimento das plataformas proporcionou um grande leque de possibilidades para os pagamentos móveis, que se tornou o centro das atenções na década seguinte.

      Criptomoedas (2009)

      Muito falada na atualidade e ainda alvo de estudo no Brasil, as criptomoedas circulam no ambiente virtual desde 2009. A mais famosa é o Bitcoin, criada pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, responsável pela publicação “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System”, primeiro documento relacionado a essa inovação. A primeira transação enviada de uma pessoa para a outra envolvendo bitcoin completou 12 anos neste ano. Apesar de ser a mais conhecida, o Bitcoin não é a única criptomoeda existente. Outras variações apareceram ao longo desses anos, mas nenhum deles possui a mesma representatividade. 

      Open Banking e PIX  

      Outro movimento importante, atualmente associado aos meios de pagamento, é o Open Banking. Este modelo permite o desenvolvimento por terceiros de serviços adicionais aos oferecidos pelas instituições financeiras tradicionais. Isso possibilita o compartilhamento de APIs criadas pelos bancos com outras empresas. 

      A ideia básica é o compartilhamento de  forma padronizada dos dados e serviços por meio de abertura e integração de sistemas. O usuário, por ser dono dos seus dados, usa como bem entender. Desta forma, é possível existir um ecossistema de produtos e serviços ao redor das instituições financeiras, enquanto elas focam nos serviços essenciais. No Reino Unido este modelo está já bastante presente no mercado. Por enquanto, aqui no Brasil, o Banco Central começou a implantar ainda em 2020. 

      Também em 2020, o Brasil conheceu o PIX, que chegou com a promessa de revolucionar o mercado. O sistema de pagamentos instantâneos brasileiro é uma proposta do Banco Central com o objetivo de diminuir a circulação do papel-moeda e tornar as transações financeiras cada vez mais digitalizadas. 

      Em cinco meses de funcionamento, o PIX já possui mais de 73 milhões de pessoas físicas e jurídicas cadastradas. Para 2021, o Banco Central está planejando uma série de novas funcionalidades que pretendem estender o sistema e resolver uma série de problemas de usabilidade atuais. 

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      Leia também:

      • A evolução dos meios de pagamento: onde tudo começou (Parte I) 
      • 4 produções audiovisuais sobre meios de pagamento
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